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Fraudes bancárias e golpes digitais

Caiu em um golpe do PIX ou teve a conta invadida?

A responsabilidade não é automaticamente sua. Bancos têm dever de segurança e podem ser responsabilizados por falhas que permitem fraudes — fale com uma advogada e entenda as possibilidades do seu caso.

OAB/SP nº 202.129  ·  Atendimento com sigilo desde o primeiro contato

Você não está sozinho

Sofreu um golpe digital? A culpa não é sua.

Bancos e instituições financeiras têm o dever legal de manter sistemas seguros. Quando esse dever é descumprido, a instituição pode ser responsabilizada pelos prejuízos causados.

Golpes com PIX

Transferências indevidas feitas após fraude ou engano podem envolver falha de segurança do banco, inclusive na abertura da conta que recebeu os valores.

Conta bancária invadida

Empréstimos, saques ou transferências que você não reconhece podem ser contestados, com possibilidade de restituição e indenização por danos morais.

Cartão de crédito clonado

Compras não reconhecidas no cartão podem ser contestadas, buscando o cancelamento das cobranças e a responsabilização do banco emissor.

Cada dia sem agir pode dificultar a reunião de provas

Prints, comprovantes e registros do banco costumam ficar mais difíceis de reunir com o tempo. Fale agora com a Dra. Juliana.

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Como funciona o atendimento

Um caminho claro, do primeiro contato à solução

  1. Escuta e acolhimento

    Primeiro contato por telefone ou WhatsApp, com sigilo, para entender exatamente o que aconteceu.

  2. Análise estratégica

    Estudo dos comprovantes, registros do banco e do histórico da contestação já feita, com um caminho claro sobre riscos e possibilidades.

  3. Ação firme

    Início da medida cabível — contestação formal ou ação judicial — com atualização constante sobre o andamento.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre fraude bancária

Existe prazo para reclamar de um golpe ou fraude bancária?

Sim. Em geral, o prazo para buscar reparação é de cinco anos a partir do momento em que o problema foi identificado, mas quanto antes o caso for avaliado, mais fácil costuma ser reunir provas — como registros do banco e histórico de mensagens.

O banco é sempre responsável pela fraude?

Não automaticamente. A responsabilidade do banco costuma ser avaliada conforme a existência de falhas de segurança, como abertura de contas fraudulentas em seu nome, ausência de verificação adequada em transações atípicas, ou falhas em sistemas antifraude. Cada caso é analisado individualmente.

Preciso registrar boletim de ocorrência?

O boletim de ocorrência não é sempre obrigatório, mas costuma fortalecer o conjunto de provas do caso, além de ser exigido por alguns bancos como parte do próprio processo interno de contestação.

Já contestei no aplicativo do banco e não resolveram. E agora?

Quando a contestação interna não resolve a situação, é possível buscar a via judicial para pedir a restituição dos valores e, quando cabível, indenização por danos morais. A análise do histórico da contestação já feita ajuda a construir esse próximo passo.

Posso pedir indenização por danos morais, além da devolução do dinheiro?

Dependendo das circunstâncias do caso — como o impacto financeiro, o tempo sem solução e a forma como o banco tratou a situação —, pode haver direito também a indenização por danos morais, além da restituição dos valores.

Sofreu um golpe? Podemos ajudar.

Conte com o suporte jurídico da Dra. Juliana para avaliar a responsabilidade do banco e buscar a restituição dos valores.

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